Nome: Vanessa I. F.

Idade: 20 anos

Nascida em: 27 de Junho

Habitats: São Paulo/Campinas - SP



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Sábado, Abril 24, 2004

Historinha só pra dizer que eu atualizo essa coisa

Campinas, terça feira, véspera de feriado.

Na pensão da Vanessa....

-Não tô afim de ficar em casa hoje...
-Pô, amanhã é feriado, hoje tá tendo festa em tudo quanto é lugar de Barão Geraldo.
-Vamos sair para algum lugar?
-Vamos.

Passa-se um longo tempo até que se decida o destino da noite. 4 moradoras (A, B, C e V) tomam banho, se arrumam e lá pra meia-noite e pouco elas saem para o happy hour da mecânica, dentro da Unicamp, planejando, depois de lá, irem para outro lugar, no caso, arranjado pela única veterana das 4 (C), que se encontraria com amigos por lá para decidir.

No happy hour da mecânica, meia-hora depois de terem chegado...
A - Meu, isso tá entediante.
V - Pior que está mesmo.
B - Tô passando mal...
A - Vocês estão afim de sair daqui pra outro lugar ou vamos voltar pra casa e dormir?
B - Voltar pra casa e dormir.
V - Dormir, lógico.
V - Pior que só a C que vai ficar tem a chave.
A - Não, tudo bem, a gente acorda as meninas que ficaram em casa, não faz muito tempo que nós saímos, pode ser até que ainda tenha alguém acordado.

Voltando à pensão, a primeira coisa a fazer é tocar a campainha, que é tocada inúmeras vezes. Não obtendo resultado, decide-se então gritar pelo nome de uma e bater na porta. A vizinha rabugenta acorda e vem reclamar, falando que nós estávamos acordando a vizinhança inteira, mas ninguém de dentro acorda. Não podendo mais gritar, continuam a esmurrar a porta, quase arrombando, mas não acontece nada. Resolvem então ligar para ver se alguém acorda com o telefone. Ninguém estava com celular. Vão as 3 para o orelhão mais próximo, ninguém tem cartão, vai à cobrar mesmo. Toca, toca e ninguém atende. Têm a idéia de ligar para o celular de alguém de dentro, mas ninguém tem os números. Desistem e tomam o rumo de volta.

No meio do caminho, A tem uma idéia: "Ô, vamos pegar umas pedrinhas e jogar no vidro da cozinha (que é mais próxima aos quartos) para ver se alguém acorda?". Idéia absurda, mas lá vão V e A catar pedrinhas na rua para tacar na janela. Uma e pouco da manhã, linda cena, 3 garotas arrumadinhas tacando pedrinhas através do muro tentando acertar o vidro da casa onde moram. Acabando o estoque de pedrinhas, A, de salto alto, tenta pular o muro para chegar na janela de um dos quartos, mas não consegue por causa do arame farpado. Tentam abrir as janelas, voltam à campainha e ao espancamento de portas, e nada. Voltar para o happy hour é impensável, uma vez que uma das 3 não se sente bem e é capaz que C não mais estivesse lá. Cansadas, meio desesperadas, não sabendo se riam ou choravam da situação, se apóiam nas grades e ficam pensando no que fazer. Passa então a viatura da segurança local. O que ele pode fazer? Sei lá, mas não custa nada chamar pra ver no que dá, sem falar que as proximidades da Unicamp são perigosas.

Pára então a viatura, o tiozinho fica sabendo da situação e tenta abrir a porta com umas chaves-mestras. Nenhuma abre. Volta ao esmurramento da porta, desta vez com mais força. Passa outra viatura, que vê a primeira parada e também pára. Acontece a mesma coisa e nenhum resultado. Depois de um tempo, são 4 viaturas estacionadas na frente da casa e nada. Continua o homem batendo na porta, e nada.

Quando V dirige-se novamente à campainha, a luz da garagem pisca. Alguém dentro da casa pergunta quem é, a porta é aberta e todos ficam felizes.


Versão da moradora que permaneceu dentro da casa e abriu a porta:

"Eu acordei com alguém batendo forte na porta e pensei "PQP, estão querendo assaltar nossa casa!". Estava tremendo de nervoso, rezando pra porta não ser aberta. Não sabia o que fazer, estava pensando em chamar a segurança local. Se alguém pulasse o muro e aparecesse na janela do quarto eu enfartava. Quase morro do coração quando vejo no olho mágico e tem um homem tentando abrir a porta, não ia abrir a porta de jeito nenhum. Daí eu resolvi piscar as luzes e perguntar quem era, foi um alívio quando eu vi que eram vocês".

Na manhã seguinte....

Moradora E (que havia saído naquela noite, mas para outra festa):
-Sério que vocês ficaram trancadas fora de casa? A chave estava do lado de vocês, sempre que eu saio deixo ela do lado de fora, escondida em tal lugar.


Enviado por Vanessa às 10:54 AM


Domingo, Abril 18, 2004

Tipo assim...

Apenas curiosidade minha. Quem é que sai procurando pelo meu nome inteiro no Google para entrar no blog?


Enviado por Vanessa às 2:06 PM


Uma coisa que me irrita em Barão Geraldo são os motoristas. Dentro do campus da Unicamp, quase ninguém dá a porcaria da preferência que é dos pedestres, e isso é o que não falta por lá, na rotatória muitos ignoram a função da seta, que ajudaria muito a nós pedestres que precisamos saber quando um veículo irá virar naquela rua que obrigatóriamente necessitamos atravessar para entrar no campus, ou então, há o absurdo de quem dê a seta para dentro da rotatória quando vai virar à direita (me contaram e eu achei ridículo, depois pude presenciar pessoalmente).

Sem falar do idiota que veio correndo naquela avenida largona e passou com os pneus cantando a uns 30 cm, no máximo, de mim e minhas 4 colegas de pensão que voltávamos do supermercado e esperávamos para atravessar a avenida (pô, a gente nem estava no meio da rua, apenas havíamos descido o degrauzinha da calçada). Eu jurava que ia ser atropelada, fiquei alguns segundos estática depois até confirmar se minha compras estavam inteiras e eu ainda estava viva. A vontade que eu tinha era de pegar algo pesado e jogar no vidro do carro, mas infelizmente meus instintos "devo parecer aos olhos dos outros uma pessoa normal, boazinha e anti-confusão" falaram mais alto e eu fiquei só na vontade.


Enviado por Vanessa às 2:04 PM


Quinta-feira, Abril 08, 2004

Feriado = descanso? Haha...

Quarta: descanso
Quinta: estudar Cálculo 1, tentar fazer o título de eleitor.
Sexta: pesquisar pré-relatório de química, iniciar relatorio de química e fazer parte dos cálculos do relatório de física.
Sábado: Estudar física, ir ao supermercado comprar estoque de comida.
Domingo: abrir o ovo de páscoa, empanturrar-se de chocolate, voltar para Campinas e estudar física.

Claro que todos os dias ainda terá a madrugada nerd de sei lá quantas horas seguidas na internet, da qual não abro mão.


Enviado por Vanessa às 9:08 AM


Sábado, Abril 03, 2004

Durante meus anos de colegial, sempre que via meu irmão, estudante da USP, não tendo aula em nenhum dia da semana santa nem da semana da pátria, pensava: "Pô, que folga! Também quero entrar numa faculdade pública."
Entro então numa pública, que não a USP, e fico toda contente imaginando "Eeee... vou ter as mesmas regalias". Quando olho o calendário na semana santa, além de ter aula até quarta, ainda tenho teste de química na terça. As coisas nunca saem como planejado. Ô saco.

(Sim, aqui estou eu em São Paulo com aquele levíssimo livro de somente mil e quarenta e duas páginas, que não fez peso nenhum na minha mala, para estudar somente algumas folhas).


Enviado por Vanessa às 6:08 AM